
Cada qual tem sua maneira de lhe dar com os problemas. Eu gosto sim, de enfrentar os meus, de bater de frente, ver qual sera minha reação, ou simplesmente contar o tempo que consigo não ser eu mesmo, ignora-lo. Minha carência muitas vezes não me permite tomar as decisões mais acertadas, por causa dela, eu erro, ou por puro medo de arriscar.
Quem poderá julgar-me uma vez que todos os seres humanos têm um ponto fraco, algo que tentam esconder para que os outros não descubram. Sou humano, sou fraco, mas luto para ser diferente, não sou conformado, ou tento não ser.
Viver é uma arte,as vezes ela é uma comédia, outra uma obra pintada com tinta óleo, e ainda outra, um filme de terror, regado a sangue e morte. Somente quem é artista, é capaz de entender, de compreender. Quando a vejo como quadro, eu rabisco, uso os dedos, amasso e jogo fora, restauro.
Respiro fundo, e tento continuar, sou um ator, nem sempre quando estampo um sorriso no rosto, significa que estou feliz, as vezes é muita tristeza guardada em um coração sofrido. Sou gentil, quando não quero ser. Odeio cordialidades, mas a uso. Me vejo grudado em pescoços alheios, lhe tirando as tripas pela boca, e por fora,trato de uma forma que seja aceita pela sociedade, odeio ser certinho e odeio quando não consigo me expressar como acontece agora.
Por fim, a vida é uma grande peça teatral,eu sou o roteirista, o diretor e o ator, o show não pode acabar. Senhoras e senhores, que se abram as cortinas, pois começarei mais um ato...supresas virão